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Zuzu e Margarida - Os Falcões com um Ninho num Vaso dum Prédio em Lisboa - já são 6 crias!

Em continuação com o post anterior

Zuzu e Margarida - Os Falcões com um Ninho num Vaso dum Prédio em Lisboa


agora já são 6 as crias!




A Margarida e o Zuzu a alimentarem os filhotes




A Margarida linda a chegar ao ninho.


Hora da paparoca - ratinho


Hora da paparoca - cobra

Zuzu e Margarida - Os Falcões com um Ninho num Vaso dum Prédio em Lisboa

Nasceram hoje dois falcoezinhos! Até agora pelo menos. De manhã nasceu um e à pouco nasceu o outro.


  • O Primeiro





  • O Nascimento do Segundo
Hora da paparoca, a mamã Margarida com um rato na mão







Pode ver o nascimento do segundo num video aqui

Transcrevo em seguida a descrição dada pelo dono do apartamento que tem o ninho de falcões:

"Depois de mais de um ano a estudar as janelas da minha casa, o casal de falcões decide nidificar num pequeno canteiro pendurado junto à janela do quarto da minha filha! Tudo em directo no site http://falcao.novidades-de-encantar.pt/


A espécie é o Falco tinnunculus, cujo nome vulgar é Falcão Peneireiro. No site da Associação  Portuguesa de Falcoaria (www.apfalcoaria.org) é possível encontrar bastante informação, bem como interagir com os especialistas no fórum. Também é possível encontrar mais informação em http://pt.wikipedia.org/wiki/Peneireiro-vulgar."





No inicio quando me juntei a eles na página do Facebook Janela Falcão eram apenas 200 pessoas a par e cerca de 10 a 20 a visualizar pela web, depois de a Sic lá ter ido pela primeira vez aumentaram para 1000 no facebook e hoje após a segunda visita da Sic já vão em mais de 2000 gostos no facebook e cerca de 700 visualizações na web neste  momento.

Acho que estes bebés já não só filhotes dos falcões mas de todo Portugal :) Esperemos que tudo lhes corra pelo melhor.


Esperemos que tudo lhes corra pelo melhor!


Latas na Cidade de Lisboa - Fotografia Pin Hole

 Andam por Lisboa, latas espalhadas à espera de serem usadas! Latas que foram transformadas em câmaras fotográficas, numa iniciativa de divulgar a técnica fotográfica "pinhole"
 Então e o que é o pinhole?
A fotografia pinhole (do inglês ‘pinm-hole’) ou estenopeica é uma técnica fotográfica sem recurso a lentes. Para captar imagens com esta técnica, é necessário um compartimento estanque à luz, um pequeno orifício ("pinhole" ou estenopo) e um material fotossensível.
fonte
 “As pessoas podem pegar na lata, levá-la com elas e fotografar onde quiserem. Depois de tirar a fotografia, podem deixá-la no mesmo sítio, porque vamos buscá-las, ou podem ir entregar ao nosso atelier, onde, se tivermos o laboratório montado, podem assistir ao processo de revelação”, contou Magda Fernandes. em Público

Na página do Facebook do "Latas na Cidade" e na página da Internet do atelier consegue aceder-se a um mapa que Magda e José Domingos vão actualizando com a localização das latas.

Ostras vão voltar ao rio Tejo na zona da Moita

No dia 7 de Fevereiro de 2012, foi publicada no Público, a noticia de que as ostras iriam voltar ao rio Tejo, nomeadamente na zona da Moita - devido ao interesse dum investidor privado, desta zona.

Transcrição da noticia publicada nessa data:

O secretário de Estado do Ambiente anunciou nesta terça-feira a criação de uma zona para a produção de ostras no rio Tejo, através de um protocolo a ser celebrado na quarta-feira.

“Será celebrado amanhã [quarta-feira, 8 de Fevereiro] o primeiro protocolo de produção de ostras no Tejo”, afirmou o secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, na apresentação oficial da eleição das 7 Maravilhas - Praias de Portugal, em Tróia.




 De acordo com Pedro Afonso de Paulo, “há 50 anos que não existiam ostras no Tejo por causa da poluição”.

À margem da apresentação, o governante adiantou aos jornalistas que “o protocolo será celebrado com a Administração Regional Hidrográfica do Tejo, futuramente Agência Portuguesa do Ambiente, vários serviços tutelados pela secretaria de Estado do Mar e a Câmara Municipal da Moita”.

O secretário de Estado explicou que será criada uma zona de monitorização, a ser protocolada entre as várias instituições envolvidas, e que “permitirá uma produção [de ostras] em que estejam asseguradas todas as condições em termos de saúde pública”.


Pedro Afonso de Paulo, afirmou que o reinício desta produção é “emblemático para a nossa consciência ambiental”, acrescentando que este projeto é diferenciador, até porque “não há muitos sítios na Europa para produzir ostras”.
O projeto será candidatado ao Programa Operacional de Pescas 2007-2013 (PROMAR) e prevê-se um custo global de 62 500 euros.


O protocolo aqui referido pode ser encontrado neste link:
 Projeto Piloto - Condições de desenvolvimento da "ostra portuguesa" no Estuário do Tejo




Poluição do Rio Tejo - Diferenças a partir de 2011 e o impacto na Cultura de Ostras

Até 2011 o Esgoto corria directamente para o Rio como noticiado no DN em Outubro de 2010

Os esgotos de cem mil habitantes de Lisboa - que tem 520 mil residentes - dos eixos compreendidos entre Santa Apolónia e o Terreiro do Paço vão continuar a correr directamente para o Tejo, sem qualquer tratamento, até ao início de 2011, sendo descarregados junto ao Terreiro do Trigo e no Cais das Colunas. O mesmo sucede com os esgotos de cerca de dez mil habitantes que são despejados directamente no rio, em Belém. O sistema começa a funcionar no primeiro trimestre de 2011 e vai canalizar todos esses esgotos para a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara.
"Finalmente, vão melhorar as condições ambientais do rio", disse ao DN o presidente da Simtejo - do grupo Águas de Portugal -, José Henrique Zenha, salientando que "a entrada em funcionamento do sistema terá efeitos imediatos, porque deixa de haver descarga directa de esgotos no Terreiro do Trigo, no Terreiro do Paço e em Belém".

De acordo com o presidente da Simtejo, "o que ainda não é tratado em Lisboa são as águas residuais da zona central da cidade, incluindo os vales da Av. da Liberdade e Rua de S. José, Av. Almirante Reis e Rua da Palma e a zona entre o Terreiro do Trigo e o Terreiro do Paço".

"Estes esgotos chegam ao Terreiro do Paço por três grandes colectores municipais nos alinhamentos das ruas da Prata, Augusta e do Ouro, sendo descarregados directamente, sem qualquer tratamento, junto ao Cais das Colunas", revelou. Para acabar com esta situação, em 2009, a Simtejo fez obras de 6,5 milhões de euros no Terreiro do Paço para interligar os colectores da Baixa de Lisboa.


 Em 2010 no decorrer da noticia acima referida, tocou-se no assunto relacionado com a ideia de voltar a existir cultura de Ostras no Tejo - DN Outubro de 2010

  
O montante global de investido no estuário do Tejo "ascende aos 914 milhões de euros", revelou recentemente a vice-presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo, Simone Pio.
 
Na sua opinião, com estas intervenções, o estuário do Tejo "vai ficar completamente despoluído". A conclusão deste trabalho "vai contribuir decisivamente para a melhoria da qualidade da água e da sua atractividade, permitindo até trabalhar a reintrodução de espécies", como a ostra ou as culturas regionais de arroz, "ou a criação de troços navegáveis no rio", com circuitos turísticos e a criação de portos náuticos e marinas, referiu.





...... Será mesmo assim?