No dia 7 de Fevereiro de 2012, foi publicada no
Público, a noticia de que as ostras iriam voltar ao rio Tejo, nomeadamente na zona da Moita - devido ao interesse dum investidor privado, desta zona.
Transcrição da noticia publicada nessa data:
O secretário de Estado do Ambiente
anunciou nesta terça-feira a criação de uma zona para a produção de
ostras no rio Tejo, através de um protocolo a ser celebrado na
quarta-feira.
“Será celebrado amanhã [quarta-feira, 8 de Fevereiro] o primeiro
protocolo de produção de ostras no Tejo”, afirmou o secretário de
Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo,
na apresentação oficial da eleição das 7 Maravilhas - Praias de
Portugal, em Tróia.
De acordo com Pedro Afonso de Paulo, “há 50 anos que não existiam ostras no Tejo por causa da poluição”.
À
margem da apresentação, o governante adiantou aos jornalistas que “o
protocolo será celebrado com a Administração Regional Hidrográfica do
Tejo, futuramente Agência Portuguesa do Ambiente, vários serviços
tutelados pela secretaria de Estado do Mar e a Câmara Municipal da
Moita”.
O secretário de Estado explicou que será criada uma zona
de monitorização, a ser protocolada entre as várias instituições
envolvidas, e que “permitirá uma produção [de ostras] em que estejam
asseguradas todas as condições em termos de saúde pública”.
Pedro
Afonso de Paulo, afirmou que o reinício desta produção é “emblemático
para a nossa consciência ambiental”, acrescentando que este projeto é
diferenciador, até porque “não há muitos sítios na Europa para produzir
ostras”.
O projeto será candidatado ao Programa Operacional de Pescas 2007-2013 (PROMAR) e prevê-se um custo global de 62 500 euros.
O protocolo aqui referido pode ser encontrado neste link:
Projeto Piloto - Condições de desenvolvimento da "ostra portuguesa" no Estuário do Tejo